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segunda-feira, 11 de julho de 2011

MANIFesta'11 Mobilizar e Participar para uma Economia Social

Uma vez mais, o projecto Literacia para a Igualdade de Género e a Qualidade de Vida: Lideranças Partilhadas foi convidado pela Animar a apresentar o trabalho que está a realizar na mobilização da sociedade civil para o empoderamento das comunidades e para a reformulação de conceitos e valores sociais, enquanto exemplo de boas práticas na resposta estruturada à crise actual.

Desta vez o convite consistiu na organização de uma Mostra ou Apresentação de Projecto na bienal MANIFesta, a mais marcante e abrangente iniciativa pública do Movimento Associativo de Desenvolvimento Local.

A MANIFesta’11 – VIII Assembleia, Feira e Festa do Desenvolvimento Local, decorreu na vila transmontana de Montalegre, entre os dias 7 e 10 de Julho, realizada em parceria pela Animar, a ADRAT – Associação de Desenvolvimento da Região Alto Tâmega, o EcoMuseu de Barroso e a Câmara Municipal de Montalegre, contou com o patrocínio e apoio de diversas entidades públicas e privadas, teve como mote Mobilizar e Participar para uma Economia Sustentável e pretendeu ser um "momento importante de troca de ideias sobre o estado e o futuro do Desenvolvimento Local e da Economia Social, a par de uma ampla e significativa mostra de produtos, projectos e expressões culturais reveladores das capacidades de iniciativa e criatividade das pessoas, comunidades e organizações de Portugal, Galiza e de outras regiões e países, nomeadamente lusófonos e iberoamericanos".



O Pavilhão Multiusos foi o espaço de eleição do evento. O Auditório acolheu a sessão inaugural e os diversos seminários centrais. Na Feira, o Espaço Mostra ou Laboratório permitiu a diversas entidades a apresentação de produtos e projectos. Vários stands de entidades e organismos públicos informavam sobre apoios, projectos e iniciativas em curso.

Na sexta-feira, dia 8 de Julho, no Espaço Mostra ou Laboratório, apresentámos como, através da metodologia de aprendizagem pela conversa, temos vindo a desenvolver um olhar crítico na reformulação de lideranças, introduzindo a perspectiva da igualdade de género na abordagem ao desenvolvimento e à qualidade de vida das populações, bem como apresentámos o trabalho em rede, consubstanciado no reforço de redes associativas informais e no estabelecimento de parcerias institucionais, que nos tem permitido ultrapassar as limitações iniciais do projecto, potenciando sinergias criadoras de participação emancipadora e empoderadora para as diferentes equipas e pessoas actoras neste projecto.

Ficam aqui algumas imagens da MANIFesta'11, da autoria de Carlos Ribeiro, Caixa de Mitos, a começar pelo Espaço Mostra ou Laboratório:









sexta-feira, 17 de junho de 2011

Partilhando Lideranças na Literacia para a Igualdade de Género e Qualidade de Vida

A equipa deste projecto aceitou o desafio colocado pela Comissão Organizadora do I Congresso Internacional "Construir a Paz", da Universidade Fernando Pessoa, para submeter uma comunicação científica sobre alguma temática relacionada com a Paz e sua construção.




Este congresso pretendia constituir uma oportunidade de reflexão entre especialistas e práticos/as de várias áreas de conhecimento que confluíssem na construção da Paz em diferentes domínios da realidade - comunicação e consumo; educação e cidadania; família; género e sexualidade; justiça e crime; trabalho, saúde e bem-estar; política e relações internacionais; saúde; intervenção social e comunitária; mediação ambiental; religião; literatura e música.

Após o questionamento sobre o painel apropriado para apresentar o trabalho que temos vindo a desenvolver: "É a cidadania um projecto viável para a paz universal? O que dizem os teóricos? O que diz a experiência do terreno? E como se fazem cidadãos: bastará a condição humana ‘natural’? O estatuto legal? Ou requer-se todo um processo de socialização nas práticas da cidadania, da casa, à escola, ao trabalho, à comunidade?"; "Qual o papel das diferentes famílias do mundo de hoje para a construção da paz? Que lugar pode ter a sexualidade e o género na temática da paz?"; optámos pela intervenção social e comunitária "temos a convicção de que é imprescindível que surjam novas instâncias de empoderamento na sociedade civil, capazes de viabilizar a prosperidade e a coesão social. Esta tarefa será tanto mais conseguida quanto melhor soubermos construir as alavancas para uma sociedade activa e comprometida". Submetemo-nos, então, ao propósito de "através de um debate aberto e colectivo, cruzar horizontes disciplinares, vivências e expectativas, em torno do fomento de “ambientes de empoderamento” - ambientes capazes de catalisar, com consistência, o compromisso da paz".

Com a comunicação aceite pela diversificada Comissão Científica, aproveitamos a participação neste Congresso Internacional para explicar como temos vindo a "Construir o sentido da Paz", "Partilhando lideranças na literacia para a igualdade de género e qualidade de vida", e contextualizar as opções metodológicas realizadas para os workshops nas referências teóricas que nos têm servido de inspiração, filosóficas: Maria de Lourdes Pintasilgo, Paulo Freire e Rosi Braidotti; e científicas: Ann Baker, Patricia Jensen e David Kolb. Também aproveitámos para abordar a intervisão e a comunicação autêntica como importantes ferramentas de promoção de cidadania e partilha de lideranças em equipas ou redes de trabalho.



sexta-feira, 10 de junho de 2011

II Oficina Aberta: "Das Políticas às Práticas da Igualdade"‏

As Oficinas Abertas sobre Questões de Género na Sociedade Portuguesa são um projecto da Delegação Regional do Porto da Universidade Aberta e do Centro de Estudos das Migrações e Relações Interculturais (CEMRI).



A segunda sessão, intitulada Das Políticas às Práticas de Igualdade, pretendeu enquadrar a acção desenvolvida pelas associações da sociedade civil na estratégia nacional de promoção da Igualdade, tendo sido organizada com a colaboração do Gabinete da Secretária de Estado da Igualdade, do XVIII Governo Constitucional de Portugal e da Fundação Cuidar O Futuro.



João Pereira apresentou a estratégia nacional, numa comunicação intitulada Políticas Públicas para a Igualdade e Não Discriminação, e Cláudia Múrias apresentou os contributos do projecto de intervenção promovido pela Fundação Cuidar O Futuro na comunicação Lideranças Partilhadas: Percursos de Literacia para a Igualdade de Género e Qualidade de Vida. Fátima Alves (CEMRI) moderou o debate.



Ficam as imagens:







sexta-feira, 3 de junho de 2011

"Percursos de Literacia para a Não Violência" no Seminário Internacional "Amor, Medo e Poder"

"No contexto de um frágil e fragmentado movimento feminista, a violência de género e doméstica em Portugal, evoluiu numa lógica top-down, a partir das recomendações da União Europeia e das Nações Unidas. Este contexto político contribuiu para que os serviços para mulheres vítimas sejam mais um produto do papel do Estado, e do respectivo terceiro sector, e não o resultado das pressões dos movimentos sociais. Uma das principais consequências deste contexto tem sido a ausência de vozes das mulheres vítimas e a sua exclusão das dinâmicas dos movimentos sociais". "Embora Gayatri Spivak tenha questionado a possibilidade de os grupos sociais subalternos terem voz e fazerem-se ouvir, o processo de tomar a palavra e pressionar politicamente são importantes dimensões dos movimentos sociais, assim como da sua agência política. No que respeita a violência doméstica e de género, a participação das mulheres sobreviventes demonstrou-se fundamental para evitar o neocolonialismo e o ventriloquismo de algumas concepções de “ajuda à vítima”.

"Vozes, agência e movimentos sociais são fundamentais para a transformação social, quer na sociedade alargada, quer nas relações íntimas".




Para contribuir para a reflexão acerca das respostas sociais às vítimas de violência doméstica, nomeadamente, através de uma intervisão entre activistas e profissionais que trabalham em casas de abrigo e em centros de atendimento, no sentido do apoio mútuo e da partilha de práticas empoderadoras quer de profissionais e activistas, quer das mulheres vítimas, fomos convidadas a apresentar o trabalho que temos vindo a desenvolver no Lideranças Partilhadas, no Seminário Internacional Amor, Medo e Poder, realizado nos dias 30 e 31 de Maio de 2011, na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, por Maria José Magalhães, Investigadora Principal do projecto, Presidente da Comissão Organizadora do seminário e Presidente da UMAR.




Ficam aqui algumas ideias apresentadas:



"Eu acho que li isto algures, foi dito por uma feminista: ‘eu não quero que as mulheres tenham mais poder do que os homens, eu quero que elas tenham mais poder sobre si próprias e o seu poder de decisão". O tema é mesmo o respeito pela individualidade e pela singularidade de cada um. Se cada um se respeitar a si e conseguir respeitar o outro, o espaço e a diversidade que acompanha os contextos e as vivências de cada um... Acho que, aí, conseguia-se, realmente, alcançar a igualdade de género. O próprio nome indica, igualdade. Não é ser inferior ou superior a ninguém. É estarmos no mesmo patamar sabendo que realmente há diferenças de género. Há! É homem e é mulher. Também foi feito diferente. Mas é lutar pela igualdade, não é ser superior nem inferior”.



“O conhecimento é também uma forma de poder, e poder de transgredir aquilo que está instituído e portanto… e confundimos muito as coisas com a ordem natural, como se fosse assim, ponto final. E pela conversa, nós percebemos que as coisas não são assim ponto final, porque nos fizeram crer que eram assim. E nesse sentido, há aqui uma acção que pode ser libertadora. E falamos muito na questão… do facto da conversa poder estar associada aos sentimentos, o que é que as pessoas sentem nestas partilhas…”



“Essa liderança partilhada seria, justamente, a possibilidade de todos terem voz através de uma negociação, chegar a consensos em que todos ganham… saber lidar com as emoções. Porque saber lidar com as emoções, também é saber impor limites. É saber perceber, conseguir estar no lugar do outro, perceber o que se passa no outro, perceber a visão do outro e o outro tem que perceber que há limites”.











quarta-feira, 1 de junho de 2011

"Das Políticas às Práticas da Igualdade" – II Oficinas Abertas






Realizar-se-á na Delegação da Universidade Aberta (UAb) no Porto , no dia 8 de Junho de 2011, pelas 14h30, mais uma Sessão das Oficinas Abertas sobre “Questões de Género na Sociedade Portuguesa", dedicada ao tema: Das Políticas às Práticas de Igualdade.


A iniciativa destina-se a estudantes, técnicos e técnicos superiores, IPSS, organizações não-governamentais e à sociedade civil em geral.





O encontro pretende articular os diferentes saberes implicados na abordagem da temática, desde os conhecimentos científicos produzidos, ao seu enquadramento pelas políticas públicas, passando pela exploração dos discursos oficiais, sem esquecer as perspectivas dos profissionais e das suas organizações bem como os discursos de não profissionais.

O Projecto Literacia para a Igualdade de Género e Qualidade de Vida: Lideranças Partilhadas será apresentado enquanto exemplo de boas práticas na área da Igualdade e Não Discriminação. A organização desta iniciativa constitui um dos Percursos de Literacia e poderá ser inserido no Trabalho em Rede que a Fundação Cuidar O Futuro tem vindo a realizar no norte do país.






A Oficina será transmitida em directo, via web.


Para informações e inscrições, contacte:

Manuela Pinto 300 001 719 mpinto@univ-ab.pt
Delegação da Universidade Aberta no Porto
Rua do Amial nº 752 , 4200-055 Porto

terça-feira, 10 de maio de 2011

A Economia Social e Solidária na resposta à crise: pelos caminhos da Igualdade para uma Competitividade Integrada

O projecto Literacia para a Igualdade de Género e a Qualidade de Vida: Lideranças Partilhada foi convidado a participar no Seminário A Economia Social e Solidária na resposta à crise: pelos caminhos da Igualdade para uma Competitividade Integrada, organizado pelo Gabinete da Secretária de Estado da Igualdade do XVIII Governo Constitucional de Portugal, pela CIG, pelo Mestrado de Economia Social e Solidária do ISCTE e pela Animar.

O convite consistiu na apresentação do nosso projecto enquanto exemplo prático de resposta estruturada à crise, uma vez que este tem por finalidade mobilizar a sociedade civil no empoderamento da comunidade e desenvolver um olhar crítico na reformulação de lideranças, introduzindo a perspectiva da igualdade de género na abordagem ao desenvolvimento e à qualidade de vida das populações. Desenvolvido no Norte do país, o projecto tem como objectivo a construção de Percursos de Literacia, com base na participação de líderes locais, profissionais de intervenção socioeducativa e em lugares de tomada de decisão e de cidadãos e cidadãs, em acções de sensibilização com metodologia de aprendizagem pela conversa sobre igualdade de género, qualidade de vida e partilha de lideranças, e na realização de um trabalho autónomo para a concretização de um Produto do Projecto.

Pela aprendizagem pela conversa espera-se proporcionar um espaço onde as pessoas encontrem a possibilidade de “abrandar”, discutir e reflectir sobre as suas experiências. Conversar com o objectivo de “encontrar novos sentidos” e “deixar emergir novos conhecimentos” para promover práticas inovadoras:
. Contar para formular ideas e reconhecer motivações, intenções, objectivos e resultados;
. Problematizar, a história contada, para analisar o seu contexto político-cultural regulador ou emancipador;
. Formular alternativas para perspectivar a acção.

Com um Trabalho em rede, consubstancia-se o reforço e o estabelecimento de redes associativas informais e parcerias institucionais.

Desta forma, segundo o pensamento do Professor Rogério Roque Amaro, somos representantes de uma Economia social e solidária, que permite dar uma Resposta de Continuidade à crise, valorizando a democracia interna, aberta e participativa, enquanto alternativa sustentável, emancipadora e ao encontro da Vida: a Competitividade Integrada!

Excerto da Intervenção de Rogério Roque Amaro, vídeo de autoria de Carlos Ribeiro, Caixa de Mitos












O Seminário foi seguido de debate, como se pode observar nas seguintes fotografias da autoria de Carlos Ribeiro, Caixa de Mitos:





























sábado, 2 de outubro de 2010

"Usar arte como método en el trabajo comunitario"

"En estos tiempos en que están presentes las nueveas tecnologías de comunicación y producción y en que vivimos un consumismo en todas las partes de la vida, nos hace falta conectarnos con el trabajo manual que tiene su valor intrínsico. La dedicación y el amor por el proceso de hacer un producto o una obra son aspectos importantes de la vida, igual que la belleza de los diseños y de los materiales usados, muchas veces naturales y originales. En los colegios o centros de enseñanza en general apenas hay atención a estos aspectos. En esta época con todo su velocidad, su énfasis en lograr resultados y competición, sus cambios rápidos nos parece muy necesario que se plantean posibilidades de trabajar con atención, amor y creatividad al mundo, especialmente a la juventud. Queremos transmitir el valor del trabajo manual y artístico, queremos que regrese la poesía a la vida diaria."


Apresentamos agora algumas fotografias da Aula Aberta coordenada por Jeannette Claessen:


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Aula Aberta "Usar arte como método en el trabajo comunitário"


Espelhando as parcerias transnacionais estabelecidas no projecto Literacia para a Igualdade de Género e Qualidade de Vida: Lideranças Partilhadas, temos o prazer de vos comunicar que no próximo dia 1 de Outubro vamos contar com a presença de Jeannette Claessen, escultora, mosaicista e fundadora do gabinete MOSAÍCA, para a dinamização de uma Aula Aberta, a decorrer no auditório da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto (ESE-IPP), às 10h30.
O tema desta Aula será "Usar arte como método en el trabajo comunitário” e tem por base as actividades desenvolvidas pela nossa convidada ao nível da intervenção artística com a comunidade. Conjuga a sua formação profissional em Antropologia, Serviço Social, Psicologia, Arte e Espiritualidade, com várias experiências de Cooperação e de Desenvolvimento vivenciadas em contextos comunitários internacionais.
Gostaríamos de contar com a sua presença para mais este evento promovido pela Fundação Cuidar O Futuro, em parceria com a ESE-IPP e MOSAÍCA.
A participação é gratuita mas sujeita a inscrição. Faça a sua inscrição aqui

terça-feira, 15 de junho de 2010

Conferência “Coaching and Learning”

A Conferência “Coaching and Learning”, realizada no passado dia 14, contou com a presença de cerca de 100 participantes.

A Mesa de Abertura foi composta por Fátima Grácio, Presidente da Fundação Cuidar O Futuro, por Helena Costa Araújo, Directora do Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE) da FPCEUP, por Luíza Cortesão, Presidente do Instituto Paulo Freire de Portugal (IPFP) e por Marta Santos, representando a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG).

Não podemos deixar de agradecer, mais uma vez, a presença de todas as pessoas e a excelente comunicação da nossa convidada, Ine van Emmerik.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Conferência de Abertura do Projecto

Temos o prazer de vos convidar a estar presente na Conferência de Abertura do Projecto “Literacia para a Igualdade de Género e Qualidade de Vida: Lideranças Partilhadas, que terá lugar na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (Auditório 1), no dia 14 de Junho, pelas 17 horas.


A Conferência de Abertura - “Coaching and Learning” será realizada por Ine van Emmerik, da Extravaleren, parceira transnacional do projecto.


O coaching contribui para a emergência de novas competências para poder agir de forma adequada em situações de trabalho que constantemente estão a alterar-se. É importante mobilizar a capacidade de reflexão sobre o próprio agir. Em lugares de liderança e tomada de decisão é ainda mais urgente aprender a desenvolver esta capacidade.

A sessão de Abertura contará com a presença da Presidente da FCF (Fátima Grácio), da Presidente do CIIE (Helena Costa Araújo), da Presidente do IPFP (Luiza Cortesão), da Presidente da CIG * (Sara Falcão Casaca) e da Secretária de Estado da Igualdade * (Elza Pais)
* a confirmar

A entrada é livre mas sujeita a inscrição. Para se inscrever clique aqui